Por: Geraldo Cavalcante, Ascom Juliano Varela

A Bateria Inclusiva da Associação Juliano Varela, formada por músicos com Síndrome de Down e Autistas, pertencentes a Banda Down Rítmica que leva o nome da instituição, cujo maestro é o conhecido Marcelo Peres, desfilou pela terceira vez consecutiva com a escola de samba mirim Herdeiros do Samba, conhecida por envolver crianças e adolescentes de comunidades da Capital. A primeira ala, formada por pequenos sambistas, trouxe a essência da escola.

Conhecida por envolver crianças e adolescentes de comunidades da Capital, a Herdeiros do Samba levou para a avenida uma apresentação marcada pela energia e inclusão. A primeira ala, composta por pequenos sambistas, apresentou a essência da escola e encantou o público presente.

De acordo com a Guarda Civil Metropolitana (GCM), cerca de 15 mil pessoas passaram pela Praça do Papa na segunda-feira (16), entre foliões, organizadores e carnavalescos, consolidando o evento como uma das principais celebrações do calendário cultural da cidade.

À frente da Bateria Inclusiva, o maestro Marcelo Peres, que atua há 18 anos na instituição, destacou a importância da participação no desfile. Segundo ele, estar na avenida pelo terceiro ano consecutivo reforça a mensagem de que músicos com Síndrome de Down e autistas são plenamente capazes e merecem visibilidade e oportunidades.

O maestro também fez questão de agradecer à fundadora da Herdeiros do Samba, Fátima de Luz, pelo apoio e pela parceria que tem possibilitado a presença da Bateria Inclusiva no desfile, promovendo inclusão e valorização por meio da cultura e do samba e também a fundadora e presidente da Associação Juliano Varela, Malu Fernandes, que sempre apoiou a banda e bateria.



